Terapias Alternativas Não Validadas
"Queremos que lhe deem este suplemento natural, lemos que faz milagres." A intenção é boa. O risco, enorme. A resistência do lar a introduzir produtos não prescritos é responsabilidade legal e ética inabalável: interações medicamentosas potencialmente fatais; ausência de evidência científica; responsabilidade institucional em caso de eventos adversos; regulamentação farmacológica clara. Cada residente está sob prescrição médica rigorosa. Qualquer adição exige validação clínica, avaliação de interações, consentimento informado documentado. A resistência não é descrença - é ciência. E num lar, a ciência protege vidas onde a fé bem-intencionada pode, inadvertidamente, colocá-las em risco.